Resolvendo conflitos com a PNL Bauru, São Paulo
(15) 3227-5260
Sorocaba, São Paulo
(11) 3608-5254
Osasco, São Paulo
(12) 3931-7968
Sao jose dos campos, São Paulo
(11) 4339-1133
Sao Bernado do Campo, São Paulo
(12) 3941-9726
Sao jose dos campos, São Paulo
(11) 2097-9000
São Paulo, São Paulo
(12) 3962-3406
Jacarei, São Paulo
(11) 2496-7544
Guarulhos, São Paulo

Resolvendo conflitos com a PNL
Conflito é definido por "um estado de desarmonia entre pessoas incompatíveis ou antitéticas, idéias, ou interesses." Psicologicamente, conflito é um esforço mental, às vezes inconsciente, que surge quando diferentes representações do mundo são mantidas em oposição ou em exclusividade. Os conflitos podem ocorrer tanto entre partes de nossa própria consciência internamente (conflito interno) como externamente com os outros. (conflito interperssoal).
Internamente, ocorre entre diferentes partes da experiência humana e em muitos níveis. Os conflitos podem ocorrer em relação a comportamentos, por exemplo. Uma pessoa pode querer assistir certo tipo de programa de televisão por um lado, e por outro lado sai e vai se exercitar. Os conflitos podem ocorrer também entre várias capacidades, entre criatividade e proteção. Uma pessoa pode ter crenças ou valores conflitantes. Um indivíduo pode acreditar que é muito adequado aprender matemática, por um lado, mas não acredita que seja possível para ele ou ela aprender. Isto levará a uma luta em relação ao aprendizado de matemática. Conflitos do nível de identidade sempre ocorrem em relação a papéis. Uma pessoa pode experimentar lutas entre suas obrigações como pai por um lado, e como profissional por outro lado.
Interperssoalmente, mapas da realidade de diferentes indivíduos são às vezes tão diversos que ocorrem "choques" quando eles tentam se comunicar ou interagir juntos. As suposições básicas, crenças, valores e pressuposições sobre o mundo se agrupam para criar diferentes modelos da realidade. Quando estes modelos ou mapas não contêm mecanismos para responder com criatividade aos “choques” com outros mapas, a energia será liberada sob a forma de divergência, disputa, luta, ou outras formas de conflito. A negociação, a mediação e a arbitragem são todas várias formas de se administrar os conflitos interpessoais.
'Partes' Conflitantes
Às vezes, as pessoas experimentam a sensação de ser “incongruente," em de estar em um "conflito interno," "de dois desejos," ou "em desacordo" consigo mesmos. Estes problemas não se relacionam muito com pressões externas, mas de preferência com as estruturas mais profundas dentro da pessoa em si do que com conflitos entre diferentes 'partes' do seu próprio sistema mental. Em outras palavras, estes problemas se relacionam com conflitos entre partes de si próprio. Freud acreditava que tais lutas internas estavam enfim na raiz de muitos problemas psicológicos. Como ele dizia
"Um lado da personalidade representa certos desejos, enquanto a outra parte luta contra e resiste a eles. Não há neurose sem um conflito."
De acordo com Freud
O conflito é produzido pela frustração..para tornar-se patogênica, a frustração externa deve ser suplementada pela frustração interna...a frustração externa remove uma possibilidade de satisfação,a frustração interna tenta excluir outra possibilidade, e é esta segunda possibilidade que se torna o motivo do debate do conflito.
Em uma situação típica, se formos impedidos se alcançar uma meta devido a um impasse externo, mantemos nosso foco no resultado, inibimos qualquer "idéia antitética" e continuamos a tentar outras saídas ou estratégias a fim de atingir a meta.
Se houver um conflito interno, entretanto, o "motivo do debate" muda para o interior, e uma batalha começa entre as duas partes do ego. Como Freud destaca, a frustração externa é complementada pela interna. É como se você fosse "pego entre um precipício e um deserto." E quando a luta for entre duas partes ego, você não pode "vencer." Como Freud dizia
Este conflito não é resolvido ajudando um lado a vencer o outro…um lado em qualquer evento permanecerá insatisfeito.
Tentar resolver este tipo de conflito suprimindo o outro lado, como poderia ser feito por alguém com típicas "idéias antitéticas," cria uma 'dupla ligação' na qual você é "condenado se fizer e condenado se não fizer." É como se a luta fosse entre duas intenções conflitantes e não entre uma intenção e a incerteza do êxito. Isso faz com que a situação seja diferente daquilo que é reestruturado, neste caso, a discussão central não está entendendo a intenção da parte que você não está atendendo. Neste caso, o foco está sobre um comportamento problemático particular. A solução envolve encontrar a intenção por trás do comportamento e gerar escolhas alternativas a fim de alcançar a intenção. No caso do conflito, entretanto, a comparação de intenções antagônicas é que está em debate. Pelo motivo das partes terem finalidades opostas, nenhuma alternativa pode ser produzida que satisfaça ambas intenções diretamente.
Ademais, devido ao fato do conflito interno não estar estabelecido em eventos ou resultados externos, ele não pode ser resolvido por feedback de alguma fonte externa. De fato, em tal situação, qualquer coisa pode se tornar outro estímulo (ou desculpa) para uma luta. Mesmo as decisões mais simples levam a uma contenda – uma contenda que nunca é resolvida porque não se trata realmente do conteúdo da decisão, mas sim de uma estrutura mais profunda, que está abaixo dela.
O stress constante do conflito e da frustração pode levar a outros sintomas, incluindo sintomas físicos. Estes sintomas também se tornam um "motivo de debate" para as partes conflitantes. Embora os sistemas tentem alcançar o equilíbrio ou a homeostase, certos sintomas podem realmente fornecer um ponto potencial de "conciliação" entre as partes conflitantes.
Como Freud sustentava
Os dois poderes que estão se opondo se juntam no sintoma e se reconciliam através do acordo na formação do sintoma. É por isso que o sintoma é capaz de tal resistência; ele é sustentado por ambos lados. . . É uma batalha entre duas forças das quais uma consegue chegar ao nível pré-consciente e consciente da mente, enquanto o outro fica limitado ao nível inconsciente. Este é o motivo pelo qual o conflito nunca pode ter um resultado final de uma forma ou de outra...Uma decisão efetiva pode ser alcançada apenas quando eles se confrontam no mesmo debate. E em minha opinião, para concluir, esta é a única tarefa do tratamento.
Integração do Conflito
Integração do Conflito refere-se ao procedimento de PNL pelo qual respostas contraditórias ou incompatíveis, "parte" ou processos cognitivos são selecionados e resolvidos. A Integração do Conflito é uma das intervenções centrais da PNL e é essencial para a solução de muitos problemas mentais, físicos e interpessoais.
De acordo com Grinder e Bandler (The Structure of Magic Volume II, 1976, p. 45), as etapas básicas da integração do conflito envolvem
1. Identificar as incongruências do cliente observando as contradições nas mensagens verbais e não verbais.
2. Escolher as incongruências do cliente dentro das polaridades via classificação espacial, fantasia (símbolos), sistemas representacionais, desempenho de papéis, ou Categorias Satir (Culpar, Conciliar ou Super-Justificar).
3. Integrar as incongruências do cliente fazendo primeiro o contato entre as polaridades, e então alcançar a posição meta para juntar as polaridades de uma nova maneira.
Um componente-chave para o processo de Integração de Conflito que tem sido citado desde a publicação do livro “The Structure of Magic Volume II” é a identificação e o reconhecimento de intenções positivas de ambas partes envolvidas.
Uma grande parte do processo de integração de conflito da PNL envolve a escolha de experiências dentro de seus níveis adequados a fim de evitar confusões desnecessárias e problema. Uma aproximação típica para solucionar o conflito na PNL é primeiro fazer o "chunk up", a segmentação a um nível acima do conflito e encontrar um consenso em relação ao "nível mais alto" de intenções positivas. A segunda etapa envolve o "chunking down", a segmentação para um nível abaixo no qual o conflito está acontecendo. Neste "nível mais baixo" é possível encontrar recursos "complementares" relacionados às partes do sistema que estão aparentemente no conflito.
Resolver um problema através de um diferente nível de pensamento em vez de criar o problema
A PNL proporciona muitas habilidades e ferramentas para tratar e resolver ambos conflitos internos e interpessoal. Isto inclui técnicas de Recomposição, Integração de Conflito, Modificação de Posições Perceptivas, e muitas habilidades de comunicação fundamental tais como o Modelo de Meta, Calibração e métodos de comunicação não verbais.
O processo de Integração do Conflito na PNL foi inicialmente desenvolvido para tratar conflitos internos dentro do indivíduo, e deve tornar-se também a base para modelos de negociações na PNL. O exposto abaixo é uma visão geral da aproximação básica de PNL para tratar conflitos.
1. Identificar claramente os pontos-chave envolvidos no conflito. Estes pontos serão expressos como qualquer de seus oponentes ou polaridades. Determinar em qual nível lógico o conflito é mais focado
por ex., investir ou gastar dinheiro contra poupar dinheiro = conflito de nível de comportamento
2. Estabelecer uma ‘posição meta’ imparcial que é claramente distinta de quaisquer das partes em conflito.
3. Encontrar intenções e finalidades positivas por trás dos problemas de cada parte. A intenção positiva estará necessariamente em um nível mais alto do que os problemas que criam o conflito. ("Você não pode resolver um problema no mesmo nível de pensamento no qual ele foi criado.") Intenções positivas não serão tipicamente contrárias ou polaridades. Muito freqüentemente elas são complementares, e sistematicamente benéficas ao contrário de serem excludentes.
por ex, gastar dinheiro= "crescimento"; poupar dinheiro = "segurança"
4. Assegurar que cada parte reconheça e admita a intenção positiva da outra parte. Isto não significa que cada parte tenha que aceitar o método com o qual a outra parte tenta satisfazer a intenção positiva, nem significa que cada parte tenha que chegar a um acordo com sua posição.
5. A partir de 'posição meta', manter o ‘chunking up’, ou seja, a segmentação para cima até que uma intenção em um nível mais alto tenha sido identificada na qual ambas as partes possam compartilhar.
por ex: otimizar recursos
6. Explorar alternativas para alcançar a intenção compartilhada em vez das duas que estão produzindo o conflito. Isto pode incluir uma mistura de duas escolhas existentes, mas deve incluir pelo menos uma alternativa que é completamente diferente das duas em conflito.
(e.g., investir algum dinheiro e economizar algum dinheiro, emprestar dinheiro, criar um fluxo alternativo de lucro, encontrar um sócio de investimento, reduzir o tamanho de algumas despesas de modo que o dinheiro possa ser investido em outras áreas, etc.)
7. Identificar qual escolha ou combinação de escolhas satisfarão mais efetiva e ecologicamente a intenção comum e as intenções positivas individuais com o maior impacto positivo sistematicamente.
Referências
The Structure of Magic Volume II, Grinder & Bandler, 1976.
NLP Volume I, Dilts, R., Grinder, J., Bandler, R. and DeLozier, J., 1980.
Reframing, Bandler, R. and Grinder, J., 1982.
Changing Belief Systems with NLP, Dilts, 1990.
Beliefs: Pathways to Health and Well-Being, Dilts, Hallbom, T. & Smith, S., 1990.
Strategies of Genius Volume II, Dilts, R., Capitola, CA, 1994.
Tradução
Eliana Bars
Tradutora Pública Port/Ing
fone: 19 3242 8236
fax: 19 3212 0980
www.eliana.trd.br
