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Aprenda técnicas para administrar pessoas Campo Grande, Mato Grosso do Sul

O presente artigo mostra uma análise entre a técnica e o indivíduo dentro das organizações. Associar conhecimento com perda de tempo é uma asneira típica das organizações de baixo padrão. Elas precisam manter o capital humano na ignorância de sua ineficácia sistêmica.

Marcos Distr Alimentos
(67) 331-4342
r Brilhante, 2853, Vila Bandeirantes
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Só Varejo Distrib Imp e Exp Repres
(67) 386-0776
av Marechal Deodoro, 3702, Vila Bandeirantes
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Valdirene C Torres
(67) 325-6352
r Dom Aquino, 1191, sl 3, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Miusul Distr Miudos Ltda
(67) 387-9762
r Forquilha, 97, Vila Santo Eugenio
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Confac Fomento Merl Ltda
(67) 326-4048
av Mato Grosso, 3995, Santa Fé
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Método Cons e Serv Tec Ltda
(67) 383-1428
r José Luiz Pereira, 124, Jardim Los Angeles
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Ito M Andrade
(67) 324-3993
av Afonso Pena, 1897, an 8 sl 802, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Reinaldo A Martins
(67) 321-4176
tv Continental, 80, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Fininvest SA Adma Cartões Crédito
(67) 325-6766
r Barão do Rio Branco, 1070, Amambai
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Adhemar Godoy
(67) 341-9101
r Aratu, 156, Chácara Cachoeira
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Aprenda técnicas para administrar pessoas

Muitas das pessoas, empresas e organizações que conheço parecem ter sido sistematicamente treinadas a engolir seus sonhos e desacreditar de seus projetos. Até as saudáveis colocações espontâneas, que criam ou melhoram processos e atitudes, parecem vigiadas por um patrulhamento invisível. Há uma ordem que subjaz aos discursos, obrigando as coisas a ficarem em seus lugares.

Premidas por uma discursografia “estrutural”, equipes e lideranças são levadas a uma rotina de realizar resultados, pensando somente no limiar operativo, desprezando a reflexão. O fazer, a técnica, parece ter adquirido o controle sobre a civilização corporativa. Basta alguém aprofundar o nível relacional, planejar e apontar conseqüências ou horizontes e já paira a desconfiança: ele estará filosofando? Viajando na maionese? Pobre de quem pensa assim, pois crê ser determinado pelo objeto. Deixe que uma empresa comece a inovar para vir a ladainha: Isto não vai funcionar! É perigoso! Não vai dar lucro! Atrapalha o “mercado” etc. Temem as vantagens competitivas.

Associar conhecimento com perda de tempo é uma asneira típica das organizações de baixo padrão. Elas precisam manter o capital humano na ignorância de sua ineficácia sistêmica. E, muitas vezes, da falta de critérios éticos. Mas, empresas não existem! São espectros jurídicos, relações nominais de produção ou saber-poder. O que existe, realmente são pessoas e suas crenças. Elas podem ser vencedoras e mesmo assim tolher a fonte da criatividade. Em todas as relações corporativas, quem fala é porta-voz de uma verdade ou interpretação. Entretanto, esta condição não significa nada além da expressão de um determinado ponto de vista. Resumo: as empresas, o mercado, o mundo são aquilo que nós próprios aceitamos e construímos dia-a-dia.

O rumo ao concreto, este trajeto que esgarçou o tecido social do mundo, está fundamentado na nulidade da pessoa. Por isso, suas prescrições são acompanhadas de julgamentos que, em nenhuma hipótese consideram o singular. Tudo deve ser induzido numa generalidade amorfa e extração estatística. Em sua conformidade a tabulações, métodos e, principalmente fácil reposição ou remanejamento de capitais humanos, o indivíduo desaparece. Dizem para aproveitar o dia, primeiro fazer e depois filosofar. Querem navegar, mas não há quem esteja vivo para manobrar o barco! Hoje se contratam caríssimos consultores “reconhecidos” para formar marinheiros via DVD motivacional. No peito, o coração já não pulsa, mas a apostila “vai de encontro” ao guideline!

Mas, o mercado é caprichoso: conheço quem vive de molho e não cria patos. Outros mais estão insanamente ocupados, flutuando num universo de possibilidades, para descerem ao chão imundo do mercantilismo. Eles estão produzindo realidades virtuais que determinarão futuros possíveis. Estes não crêem na liberdade enquanto negatividade. Bergson disse que o movimento não precisa do móvel como suporte. Assim, porque devemos apenas nos orientar pela medida? A vida flui continuamente. É importante mensurar? Sim, mas não é o alfa e ômega da humanidade.

Saber viver, realizar projetos, construir, ganhar dinheiro, obter sucesso... Tudo isto se constitui através de uma via reflexiva, de nível filosófico: uma resistência em face ao atrito com o que nos é externo. Ninguém é nada sem fazer-se e ousar saber. Nem se reconhece como vontade, se não souber superar o meio. Somente assim despertaremos do sono antropológico. Sapere Aude – ousar saber é o que precisamos para sair da menoridade e da escravidão cultural.

Outra coisa importante é perguntarmos: você sabe utilizar o que conhece? E sua empresa? Quem não puder responder, não obteve o conhecimento. Tem apenas informações, dados ou opiniões. O conhecimento pressupõe o domínio da técnica, da estratégia e do fazer. Filosofar é um ato simples, mas muito rigoroso. Deixe o preconceito de lado e vá além dos chavões. Pense nisto.

Luís Sérgio Lico é Filósofo e Conferencista. Especialista em Treinamentos Organizacionais e Motivacionais. Professor, Articulista e Autor do Livro: O Profissional Invisível. Visite o site: www.consultivelabs.com.br

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